Editorial: Edições Colibri
Número de páginas: 160 págs. 23.0 x 16.0 cm
Fecha de edición: 01-06-2025
EAN: 9789895665280
ISBN: 978-989-566-528-0
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O presente texto, trata então do tempo como coisa que não existe, uma Aporia, ou absurdidade real, que tem suscitado as maiores controvérsias. Os gregos antigos tinham três conceitos para o tempo: khrónos, kairós e aíôn. Khrónos refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, que pode ser medido, associado ao movimento linear das coisas terrenas, com um princípio e um fim. Kairós refere-se a um momento indeterminado no tempo, em que algo especial acontece, o tempo da oportunidade. Aíôn já era um tempo sagrado e eterno, sem uma medida precisa, um tempo da criatividade onde as horas não passam cronologicamente, também associado ao movimento circular dos astros, e que na teologia moderna corresponderia ao tempo de Deus. Há os que dizem que ele não existe, outros há que preferem entregá-lo à Divindade. Einstein resolveu aceitá-lo e juntá-lo ao espaço.
A ideia de absurdo, matriz do texto, está apoiada na noção de Aporia, na impossibilidade, no enigma, na ignorância da razão de existirmos ou da finalidade da vida. A ideia é explorada ao longo do texto com base no quotidiano. O autor apoiou-se na vida simples de uma família atual na cidade de Portalegre.
